segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Ele É Juiz - Atributos de Deus

Um deus que não julga é um deus imaginário. Deus julga. Fazem-se tentativas de amenizar o juízo de Deus, de dispensá-lo com explicações ou de desculpar-se por ele, porém o juízo de Deus é uma forma de manifestação de sua reação à perversidade (Is 42.8). O juízo é parte integrante da história redentora, como pode ser visto na queda (Gn 3.14-19), no dilúvio (6.5-7), nas pragas (Ex 3.19-20; 7.5; 11.4-5), na conquista (Js 3.10), na destruição de Israel (2Rs 17.5-23), na destruição de Judá (25.1-21), na Grande Tribulação (Mt 24.21-22) e no Grande Trono Branco de Julgamento (Ap 20.11-15). Há muitas referências nas Escrituras tanto ao seu juízo quanto ao seu amor.
O juízo é necessário. A sociedade reconhece que um juiz que não julga é digno de escárnio. A Bíblia elogia o julgamento de Deus como sendo "verdadeiro" e "justo" (Sl 19.9), imparcial (Rm 2.11), perfeito (Sl 19.7) e completo (Ap 15.1)
Tocado pelo pecado começa quando decidimos que queremos ser iguais a Deus (Gn 3.4-6). Essa atitude proposital é julgada (Is 14.14-15). A cruz não eliminou o juízo; serviu, sim, de "pára-raio" (Cl 2.14). Na cruz, o juízo e a misericórdia encontram-se e ambos saíram vitoriosos. O juízo é uma necessidade; a cruz não tem significado algum sem ele (Rm 3.24-26). No juízo, nossas atitudes mais ocultas serão reveladas, e a justiça será administrada. Fazemos bem em preparar nosso coração (2Co 5.9-11).


A Graça e a Paz do Senhor Jesus.